Um Camões sem problema
de Zuenir Ventura. No Mínimo, 20/5/03. (clique para ler o artigo)
Contra tudo e todos
de Marilia Pacheco Fiorillo. Veja, 13/4/03.
Rubem Fonseca e seu duplo
de Cláudia Nina. Jornal do Brasil, 12/4/03. (clique para ler o artigo)
Rubem Fonseca volta ao romance
de Ubiratan Brasil. O Estado de S. Paulo, 12/4/03.
Rubem Fonseca e a miserabilidade humana
de Luciana Hidalgo. O Globo, 15/4/02.
As mais novas criaturas do estranho Rubem Fonseca
de Haroldo Ceravolo Sereza. O Estado de S. Paulo, 12/4/02.
Rubem Fonseca emerge dos fluidos para a vida
de Arnaldo Bloch. O Globo, 19/4/01.
Afinal, quem matou Molière?
de Macksen Luiz. Jornal do Brasil, 13/5/00.
Quem matou Molière?
de José Onofre. Gazeta Mercantil, 6/5/00.
A grande arte de Molière e de Rubem Fonseca
de Cecília Costa. O Globo, 19/4/00.
Rubem Fonseca reinventa Molière em trama policial
de Luiz Zanin Oricchio O Estado de S. Paulo, 17/4/00.
A revitalização do conto
de Eric Nepomuceno. Jornal do Brasil, 21/8/99.
A ilha das palavras
de Antonio Torres. O Globo, 13/2/99.
A violência dos ‘espadas’
de Leandro Konder. O Globo, 31/1/99.
A confraria dos espadas
de Malcolm Silverman. San Diego University, 12/3/99. World Literature Today, 1999.
Um livro quase perfeito
de Roberto Carle. Zero Hora, 7/12/98.
Paixão e brutalidade – Rubem Fonseca repete a fórmula que o consagrou: uma mistura de violência, erotismo e linguagem
de Anabela Paiva. Época, 7/12/98.
Rubem Fonseca opõe eros e civilização – Escritor influencia gente famosa e vai ao cinema
de José Geraldo Couto. Folha de S. Paulo, 3/12/98.
Blame it on Rio
de James Polk. New York Times, 17/8/98.
“Agosto”, il più terribile dei mese
de Roberto Francavilla. Corriere de la Sera, Milão, 20/6/98.
Eterni ritorni. Tra mistero e atmosfere alla Ellroy il suicidio de Vargas visto da Rubem Fonseca
de Vera Araújo. Dd, Itália, 20-26/5/98.
Uma existência sem bússola
de José Onofre. Gazeta Mercantil, 15-17/8/97.(clique para ler o artigo)
“Agosto”
de Petar Petrov. Coleção Letras (Fundação Calouste Gulbenkian), Lisboa, abril/97.
A banalidade do mal
de Wilson Martins. Rio Artes nº 20, abril/96.
Um caso no romance brasileiro
de Deonísio da Silva. Jornal da Tarde, 18/2/95.
O século de Carlos Gomes
de Wilson Martins. Jornal do Brasil, 17/12/94.
Curtos e bons
de Diogo Mainardi. Veja, São Paulo, 7/12/94.
Livro reúne 71 contos de Rubem Fonseca
de Sérgio Augusto. Folha de S. Paulo, 13/11/94.
Rubem Fonseca busca o sonho de Wagner
de Antonio Callado. Folha de S. Paulo, 10/9/94. (clique para ler o artigo)
Sua vida foi uma ópera
de Luciano Trigo. O Globo, 15/8/94.
Sünden halten die Welt im innersten Zusammen
de Gert Ueding. Die Welt, Berlim, 10/6/94.
La morte, il sogno e loschi traffici
de Edmondo Dietrich. La Reppublica, Roma, 27/3/94.
L’inventiva criminale
de Luciana Stegagno Picchio. La Repubblica, Roma, 26/8/93.
Reloj de Arena. Rubem Fonseca
de Antonio José Lugo. El Nacional, Cidade do México, 25/8/93.
Pequenos grandes textos
de Petar Petrov. Jornal de Letras, Lisboa, 24/8/93.
El mundo vertiginoso de Rubem Fonseca
de José Maria de Quinto. Cuadernos Hispanoamericanos nº 512, Cidade do México, fevereiro/93.
Una mirada puede cambiar la vida de un hombre?
de Hugo Chaparro Valderrama. El Espectador, Bogotá, 11/10/92.
Infernovandringar
de Oscar Hemer. Estocolmo, Sydsvenskan, 9/7/92.
Rubem Fonseca, Rio uns die Gewalt
de Albert von Brunn. Orientierung, Zurique, 15/5/92.
Rubem Fonseca como cómic teatral
de Hugo Chaparro Valderrama. El Espectador, Bogotá, 22/9/91.
El caso Rubem Fonseca
de Hugo Chaparro Valderrama. La Patria, Bogotá, 30/8/91.
Geistige Schmuggelware
de Martin Grzimek. Frankfurter Allgemeine, 15/4/91.
Regisseur in Rio soll Isaak Babel verfilmen. Rubem Fonseca neuer vielschichtiger unterhaltungsroman
de Hans-Peter Kunisch. Süddeutsche Zeitung, Munique, 10/4/91.
Brasilianischer hedonismus – Ein kriminalroman Rubem Fonsecas als zoologie bunter Vögel
de Hermann Staffler. Lesezirkel/Wiener Zeitung, Viena, abril/1991.
El crimen, si evidente, dos veces ambiguo
de Carlos Monsiváis. Nexos, Cidade do México, abril/91.
Rubem Fonseca: Ein Mann kommt in die Jahre
de Kristiana Lehnhadt. Die Presse, Viena, 23-24/3/91.
Prosa vom reissbrett
de Sky Nonhoff. Neue Westfaelische Tageblatt, 12/3/91.
“Agosto” – O melhor romance de 1990
de Leandro Konder. Tribuna da Imprensa, Rio de Janeiro, 22/1/91.
Para leer hasta el final
de Cecilia Kühne. Economista, Cidade do México, 13/12/90.
Onde reina a calmaria
de Otto Lara Resende. O Globo, 25/11/90.
Mystery and literary intrigue in a Brazilian setting
de Robert Di Antonio. St. Louis Post-Dispatch, 21/10/90.
Another Brazilian Bombshell
de Alan Ryan. The Washington Post, 1/10/90. (clique para ler o artigo)
Obscenidades
de Wilson Martins. Jornal da Tarde, 21/4/90.
Direkt und drastisch. Über der brasilianischen autor Rubem Fonseca
de Rainer Braun. Tageszeitung, Berlim, 16/2/90.
Grosses land in grosser not – Brasilianische erzählungen von Rubem Fonseca
de Georg Rudolf Lind. Stuttgarter Zeitung, 23/6/89.
Todesspiele – Ausgewählte Erzählungen von Rubem Fonseca
de Charitas Jenny-Ebeling. Neue Züricher Zeitung, Zurique, 17/5/89.
Rubem Fonseca: La atmosfera policíaca
de Hugo Chaparro Valderrama. El Espectador, Bogotá, 26/3/89.
Vastas emoções e pensamentos imperfeitos
de Deonísio da Silva. Brown University, Providence (EUA), fevereiro/89.
Meurtre à deux visages
de Jean-François Fogel. Le Point, Paris, 23/1/89.
Fonseca, em nova e amarga obra-prima
de Leo Gilson Ribeiro. Jornal da Tarde, 19/11/88.
Novo livro de Rubem Fonseca traz as ‘vastas emoções’ cinematográficas
de Sérgio Augusto. Folha de S. Paulo, 19/11/88. (clique para ler o artigo)
O mestre da ação – Um estranho cinema sem imagens
de José Castello e Marília Martins. Jornal do Brasil, 19/11/88.
Lachen vor Abgrüden
de Michi Strausfeld. Frankfürter Zeitung, 12/7/88.
Tinte? Blut! (Bufo & Spallanzani)
de Henry Thorau. Die Zeit, Hamburgo, 2/4/88.
Zungenkuss mit dert Krote Bufus marinus
de Thomas Wörtche. Südwestpresse, Schwenningen (Alemanha), 6/10/87.
Pasado negro
de Rolando Camozzi. ABC, Madri, 7/3/87.
El titulo de la semana: “Pasado negro”
de Luís Matas Dias. La Guia del Ocio, Madri, 2/3/87.
Laureates of glitz (High art)
de Jonathan Keates. The Observer, Londres, 25/1/87.
Videogames (High art)
de Nick Kimberley. New Statesman, Nova York, 23/1/87.
La excepción de la regla
de Nelson Marra. El País, Madri, 22/1/87.
Keep them in suspense until the last minute
de Charles P. Thobae. Houston Post, 7/12/86.
Brazilian crime novel has light touch
de John S. Brushwood. Kansas City Star, 29/9/86.
Thus who know their greek
de Mario Vargas Llosa. The New York Times Book Review, 7/9/86.
(clique para ler o artigo)
Du grand art, par Rubem Fonseca
de Noelle Loriot. L’Express, Paris, 1/8/86.
Rubem Fonseca: la liberdad imposible (El collar del perro)
de Josefina Delgado. La Razon/Cultura, Espanha, 20/7/86.
Fonseca: les bas-fonds de Rio
de Philippe Nourry. Le Point, Paris, 23/6/86.
Mandrake à Rio
de B. Charpentier. Figaro Litéraire, Paris, 16/6/86.
Polar sous les tropiques
de Estelle Nouet e J-Christophe Rampal. Le Monde des Livres, Paris, 20/3/86.
“Bufo & Spallanzani”
de Fernando Py. Diário de Petrópolis, 23/2/86.
The urban underworld of Brazil on a knife edge (High art)
de David Sexton. The Independent, Londres, 12/2/86.
Una novela brasileira (El gran arte)
de Pedro Gomez Valderrama. Nueva Fronteira, Espanha, 2/9/85.
La compleja sociedad brasileña de Rubem Fonseca
de Cristóbal Sarrias. Ya, Madri, 2/2/85.
Rubem Fonseca, Der exekutor – Versurch einer interpretation aus theologischer Sicht
de Ronald Gratz. Interamericana 9, nº 25/26, 1985.
El gran arte
de Rolando Camozzi. ABC, Madri, 2/12/84.
Um ejemplo clásico del género negro: “El gran arte”
del brasileño Rubem Fonseca, de Jesús Xavier Alonso. La Rioja, Espanha, 23/11/84.
A arte de Rubem Fonseca
de José Carlos Oliveira. Jornal do Brasil, 13/2/84.
O inventor de palavras
de Zuenir Ventura. IstoÉ, 7/12/83.
Uma escatologia deste tempo
de Sérgio Augusto. Folha de S. Paulo, 4/12/83.
Policíaco brasileño – Rubem Fonseca
de Hugo Chaparro Valderrama. Intermedio (Suplemento Dominical de Diario del Caribe), Barranquilla, 4/12/83.
Rubem Fonseca, precioso. Num pequeno livro (O Cobrador)
de Boris Schnaiderman. Jornal da Tarde, 27/9/80. (clique para ler o artigo)
Contribuição para a análise do “espaço” na obra de Rubem Fonseca
de Antonio Alçada Baptista. Jornal de Letras, Lisboa, 1/1/80.
O novo Rubem Fonseca
de Wilson Martins. Jornal do Brasil, 13/10/79.
Le Brésil des annes 70
de Alice Raillard. La Quinzaine Littéraire, Paris, 1-15/6/79.
Le Brésil sans folklore
de Gérard de Cortanze. Magazin Littéraire, Paris, abril//79.
Rubem Fonseca y la nueva narrativa brasileña
de Pablo del Barco. El País, Madri, 26/3/78.
A sátira na ficção de Rubem Fonseca
de Malcolm Silverman. Ficção, setembro/77.
Feliz ano novo?
de Hélio Pólvora. Veja, 29/12/76.
O cotidiano na arte
de Zuenir Ventura. Visão, 10/11/75.
Zut! Zut! Zut!
de Affonso Romano de Sant’Anna. Veja, 5/11/75.
O mundo torto e cruel de Rubem Fonseca
de Flávio Moreira da Costa. Opinião, 24/10/75.
Enquanto os tecnocratas afiam o arame farpado
de Edilberto Coutinho. O Globo, 12/10/75.
A pornografia do formigueiro
de Hélio Pólvora. Jornal do Brasil, 8/10/75.
Rubem Fonseca, “O caso Morel”
de Gerald Moser. Books Abroad, maio/1974.
Le cas Morel suivi de Bonne et nouvelle année
de Gerard Charbit. Les Nouvelles Littéraires, Paris, 20/4/70.
Os anti-heróis de Rubem Fonseca
de Fábio Lucas. Jornal do Brasil, 20/12/69.
Rubem Fonseca, o conto subterrâneo
de José Edson Gomes. O Globo, 13/12/69.
A propósito de “Lúcia McCartney”
de Sérgio Sant’Anna. Suplemento Literário do Minas Gerais, dezembro/69.
A paixão do conto segundo Rubem Fonseca
de Hélio Pólvora. Jornal do Brasil, 26/11/69.
Prosa translúcida
de Fábio Lucas. Jornal de Letras, São Paulo, maio/66.
A escada da glória
de Wilson Martins. O Estado de S. Paulo, 19/3/66.
Jovens contistas
de Octavio de Faria. Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 17/4/64.
Tendências
de Wilson Martins. O Estado de S. Paulo, 1/2/64.
Literatura
de Assis Brasil. Jornal do Brasil, 18/10/63. (clique para ler o artigo)






