Imprensa 1955-2003

Artigos, reportagens e entrevistas de 1955 a 2003

Lygia e suas meninas,
de Maurício Stycer. Carta Capital, 14/5/03.

Lygia chega aos 80 com discrição e elegância,
de Ubiratan Brasil. O Estado de S. Paulo, 17/4/03.

Um chá com Lygia,
de Francesca Angiolillo. Folha de S. Paulo, 29/4/02.

Lygia usa a delicadeza para homenagear escritores,
de José Castello. O Estado de S. Paulo, 27/7/02.

Depoimento de uma escritora do século XX,
de Rachel Bertol. O Globo, 17/4/02

Lygia Fagundes Telles retribui a homenagem com discurso inspirado,
de Rachel Bertol. O Globo, 3/5/00.

“Escrevo para criar cúmplices”,
de Leneide Duarte. Jornal do Brasil, 22/4/00.

Bicho da sombra,
de Rosane Pavam. Gazeta Mercantil, 16/4/00.

A dama da Bienal,
de Mànya Millen. O Globo, 22/4/2000.

Lygia,
de Álvaro Alves de Faria. Março/99.

A ambigüidade e a ironia na obra da escritora,
de Urbano Tavares Rodrigues. O Estado de S. Paulo, 12/2/99.

Clarice, Nélida e Lygia revisitadas com carinho,
de Luciana Hidalgo. O Globo, 15/8/98.

Realidade rouba os sonhos de Lygia Fagundes Telles,
de José Castello. O Estado de S. Paulo, 6/6/98.

Lygia Fagundes Telles reinventa sua memória,
de Patricia Decia. Folha de S. Paulo, 13/3/98.

O tempo redescoberto de Lygia,
de Rodrigo Brasil. Bravo!, janeiro/98.

A dama definitiva,
de Paulo Roberto Pires. O Globo, 4/1/98.

A palavra de Lygia Fagundes Telles permanece,
de Eric Nepomuceno. O Estado de S. Paulo, 28/9/97.

Lygia Fagundes Telles, la griffe du chat,
de Raphaëlle Rérolle. Le Monde, Paris, 26/6/97.

Grande Lygia!,
de Carlos Heitor Cony. Folha de S. Paulo, 21/5/97.

A menina de São Paulo,
de Rachel de Queiroz. Suplemento Feminino de O Estado de S. Paulo, 26-27/4/97.

Desembrulhar uma autora,
de Maria Teresa Horta. Diário de Notícias, Lisboa, 20/9/96.

Uma viagem luminosa,
de José J. Veiga. Folha de S. Paulo, 14/1/96.

O milagre da inverossimilhança,
de Wilson Martins. O Globo, 6/1/96.

A primeira-dama da literatura,
de Caio Fernando Abreu. Zero Hora, 6/1/96.

A arte refinada de Lygia Fagundes Telles,
de José Paulo Paes. O Estado de S. Paulo, 23/12/95.

Escritora encara a solidão em novos contos,
de Maurício Stycer. Folha de S. Paulo, 20/11/95.

Viagem ao começo da noite,
de Luiz Augusto Michelazzo. O Globo, 19/11/95.

Lygia Fagundes Telles – El juego del language,
de Eduardo Portella. El Urogallo, Madri, julho-agosto/95.

‘Capitu é melhor que Bovary’,
de Miguel de Almeida. O Globo, 23/5/93.

Fragmentos de amor e disciplina,
de Deonísio da Silva. Jornal da Tarde, São Paulo, 13/3/93.

‘Sunset Boulevard’ à São Paulo,
de Josyane Savigneau. Le Monde, Paris, 8/12/91.

Lygia e o mistério da bolha de sabão,
de Leila Gouvêa. O Estado de S. Paulo, 16/11/91.

La esquiva felicidad,
de Agustina Roca. Clarín, Buenos Aires, 7/3/91.

A narrativa feminina brasileira,
de Sônia Régis. O Estado de S. Paulo, 26/1/91.

A ficção giratória de Lygia Fagundes Telles,
de Fábio Lucas. Travessia (nº 20), Florianópolis, 1990.

Entre a nudez e o mito,
de José Paulo Paes. O Estado de S. Paulo, 25/11/89.

Lygia Fagundes Telles – Sobre a indisciplina da vida,
de Carlos Vaz Marques. Jornal de Letras, Artes e Idéias, Lisboa, 4 a 10/7/89.

O gato e a atriz,
de Angélica de Moraes. Veja, 5/6/89.

Romance traz o tango das ilusões perdidas,
de Silviano Santiago. Folha de S. Paulo, 20/5/89.

O teorema de Rosona,
de José Castello. Jornal do Brasil, 6/5/89.

O círculo magnético de Lygia,
de Cida Taiar. Jornal do Brasil, 6/5/89.

O mundo de Lygia fora dos livros,
de Mário Viana. Veja São Paulo, 7/12/88.

Lygia em nova despedida,
de Miguel de Almeida. O Globo, 25/10/88.

Lygia, imortal,
de Leo Gilson Ribeiro. Jornal da Tarde, São Paulo, 9/5/87.

Lygia Fagundes Telles: ‘A vida, como nos livros, é feita de acasos’,
de Teresa Montero Otondo. O Estado de S. Paulo, 9/5/87.

Je pars de la realité vers le magique,
de Mario Carellli. La Quinzaine Littéraire, Paris, 16-30/4/87.

Lygia Fagundes Telles é estudada na Alemanha,
de Ricardo Bonalume Neto. Folha de S. Paulo, 3/4/87.

Lygia Fagundes Telles: distance et passion,
de Josyane Savigneau. Le Monde, Paris, 7/11/86.

De vida, saudade e morte,
de Álvaro Alves de Faria. Visão, 18/6/84.

Lygia – ‘Meu único poder: a palavra’,
de Fernando Paiva e Silvio Cioffi. Folha de S. Paulo, 9/1/83.

A verdade de um desejo,
de Maria Lúcia Lepecki. Expresso, Lisboa, 6/11/82.

Lygia Fagundes Telles – Mulher brasileira escritora,
de Leonor Xavier. O Mundo Português, Lisboa, 5/3/82.

Do real ao imaginário. Sem fronteiras,
de Cremilda Medina. O Estado de S. Paulo, 13/12/81.

A literatura como um ato de amor,
de Ricardo Ramos. O Estado de S. Paulo, 18/9/81.

Lygia Fagundes Telles na dança da ciranda de pedra,
de Cida Taiar. Folha de S. Paulo, 3/5/81.

Lygia Fagundes Telles: elegante e disciplinada,
de Caio Túlio Costa. Vogue, janeiro/81.

De amor e de humor,
de José Afrânio Moreira Duarte. Estado de Minas, 20/1/81.

Lygia Fagundes Telles – Um sentimento muito doce do dever cumprido,
de Elda Priami. O Globo, 6/12/80.

Literatura é disciplina,
de Vivian Wyler. Jornal do Brasil, 29/11/80.

Volta ao paraíso,
de Jorge de Sá. Jornal do Brasil, 29/11/80.

Ofício da paixão,
de Wladir Dupont. Veja, 19/11/80.

‘O escritor deve ser testemunha do seu tempo’,
de Maria Amélia Mello. Ficção, Rio de Janeiro, outubro/78.

Um universo em ebulição,
de Antônio Hohlfeldt. Correio do Povo, Porto Alegre, 11/2/78.

Você sabe o que uma famosa escritora disse para outra? Se não sabe, leia o que Clarice Lispector perguntou e Lygia Fagundes Telles respondeu. Mas o final dessa conversa pode ser na Academia,
de Clarice Lispector. Fatos e Fotos, Rio de Janeiro, 29/8/77.

Literatura envolvente e inquietante,
de Caio Porfírio Carneiro. Jornal do Brasil, 16/7/77.

Lygia: sou uma testemunha das coisas ruins do meu tempo,
de Paulo Moreira Leite. Folha de S. Paulo, 17/6/77.

A arte de Lygia Fagundes Telles,
de Bella Jozef. Suplemento Literário do Minas Gerais, 2/3/74. Reeditado em O jogo mágico, José Olympio, 1980.

A primeira-dama,
de Hélio Pólvora. Veja, 13/7/77.

Lygia Fagundes Telles: ‘Estamos atravessando uma prova medieval da Inquisição’,
de Leo Gilson Ribeiro. Jornal da Tarde, São Paulo, 25/6/77.

Ficção intimista,
de Wilson Martins. O Estado de S. Paulo, 17/2/74.

‘As meninas’, o naufrágio das elites,
de Nelly Novaes Coelho. Jornal do Brasil, 12/1/74.

‘As meninas’,
de Lygia Fagundes Telles, de Nogueira Moutinho. Folha de S. Paulo, 6/1/74.

Lygia Fagundes Telles – Timidez e afirmação da escritora brasileira,
de Enio Squeff. O Estado de S. Paulo, 8/4/73.

Uma obra reflete São Paulo,
de Urbano Tavares Rodrigues. O Estado de S. Paulo, 28/5/72.

Uma ficcionista da burguesia,
de Óscar Lopes. Folha de S. Paulo, 4/4/71.

Antes do baile verde,
de Nelly Novaes Coelho. O Estado de S. Paulo, 19/9/70.

Mistério e magia: contos de Lygia Fagundes Telles,
de Fábio Lucas. O Estado de S. Paulo, 5/9/70.

Lygia Fagundes Telles: o áspero casco de uma árvore,
de Edilberto Coutinho. Correio da Manhã, Rio de Janeiro, 2/6/70.

Dois romances de análise,
de Hélio Pólvora. Jornal do Brasil, 19/11/69.

Contos fortes,
de Fábio Lucas. O Estado de S. Paulo, 27/6/59.

A vitória de Cinderela,
de José Paulo Paes. O Tempo, São Paulo, 10/4/55.