Livros

Crônicas e Contos

 

Diálogos Impossíveis
Objetiva, 2012.

Drácula e Batman discutem no asilo. Robespierre tenta subornar o carrasco. Goya e Picasso conversam sob o sol da Côte d’Azur. Juvenal planeja matar a mulher, Marinei, que o despreza. A recém-casada Heleninha pede conselhos ao urso de pelúcia. 

Qual um existencialista dotado de senso de humor, Verissimo persegue em suas crônicas o absurdo que marca a existência humana – salvo engano, a única que se preocupa com o seu propósito, o seu término e se alguém está falando demais na hora do pôquer. Em nenhum momento essa maldição se torna mais evidente do que na hora em que o homem abre a boca. Então, o que era para comunicar acaba é “estrumbicando”. Tais constatações podem ser verificadas em seu novo livro, Diálogos impossíveis, seja no diálogo imaginário de Don Juan tentando seduzir a própria Morte ou na conversa cotidiana de um casal que se desentende na hora de dormir. Tanto faz. O homem – e, sejamos igualitários, a mulher – parece falar o que não deve e calar no fundamental. 

 

Em algum lugar do paraíso
Objetiva, 2011.

Nas 41 crônicas selecionadas entre 350 para Em algum lugar do paraíso, todas inéditas em livro e escritas ao longo dos últimos cinco anos, Luís Fernando Veríssimo fala sobre a vida, a morte, o tempo, o amor, sempre com um ar nostálgico e repleto de reflexões acerca das escolhas feitas ao longo da existência.

Trata-se de um livro cheio de personagens idiossincráticos e ao mesmo tempo comuns – o papai-noel de shopping, o maître de um restaurante falido, o aposentado, a caçadora de viúvos, casais de longa data, recém-casados, casais que se separam e o solteiro sedutor. Todos possuem as mesmas inquietações, tão comuns a todo mundo.

 

O Mundo é bárbaro – e o que nós temos a ver com isso
Objetiva, 2008.

Escolhidas num universo de 500 textos, entre os melhores que o autor escreveu nos últimos oito anos, elas discutem a ascensão chinesa, a guerra contra o terror, a candidatura de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos e o passado e o futuro do Brasil e da América Latina. Simultaneamente, fazem um raio x acurado do comportamento do homem contemporâneo.

 

 

O Melhor das Comédias da Vida Privada
Objetiva, 2004.

Em “O Melhor das Comédias da Vida Privada” o escritor gaúcho escolheu suas histórias preferidas do livro que se tornou um clássico do humor brasileiro nos anos 90, numa seleção imperdível que inclui 35 novas crônicas, inéditas em livro.

 

  

 

Pega pra Kaputt
Com Moacyr Scliar, Josué Guimarães e Edgar Vasques
L&PM Editores, 1a edição, 2004.

Das ruínas da Segunda Guerra Mundial emerge esta história de mistério, de crime, de ódio, de amor e sobretudo de humor – um desafio que três ficcionistas e um cartunista se lançaram mutuamente, cada um aprontando uma pior para o companheiro.

 

 

 

A Mancha – Coleção Vozes do Golpe
Companhia das Letras, 2004.

Por obra do acaso, Rogério descobre, ao ver uma mancha no carpete de um imóvel que pretende comprar, a sala em que havia sido torturado durante o regime militar.

 

 

 

 

Internacional – autobiografia de uma paixão
Coleção Camisa 13. Ediouro, 2004.

Nesta coleção dedicada ao futebol, Luis Fernando Veríssimo escreve sobre uma de suas maiores paixões, senão a maior, o time Internacional. O livro mistura a história do clube com a do garoto que torcia desesperadamente nas arquibancadas gaúchas pelo Colorado.

 

 

 

O Opositor
Coleção “Cinco dedos de prosa”

Objetiva, 2004.

Neste livro, Veríssimo apresenta uma novela de suspense – engenhosa, alegórica, irresistível. O narrador é um jornalista paulista que vai até Manaus fazer uma reportagem sobre plantas alucinógenas e acaba se envolvendo com a linda Serena – uma mulher metade dinamarquesa, metade índia, que teve os dois polegares decepados.

 

 

Banquete com os deuses
Objetiva, 2002.

Jorge Luis Borges, Italo Calvino, Flaubert, Miles Davis, Chico Buarque, Cole Porter, François Truffaut, Chaplin e Rembrandt são alguns dos artistas servidos neste banquete de Verissimo, uma reunião de crônicas sobre cinema, literatura, música, pintura, intelectuais etc.

 

 

 

Todas as histórias do Analista de Bagé
Objetiva, 2002.

Um dos personagens mais marcantes do autor, o Analista de Bagé tem suas histórias reunidas neste livro. O “joelhaço”, seu método mais conhecido, e outras práticas terapêuticas do psicanalista gaúcho fazem rir o leitor, mas não necessariamente o analisado.

 

 

 

Sexo na cabeça
Objetiva, 2002; 4ª ed., 2002.

Do livro homônimo de 1980 só restou uma crônica, a que dá título ao livro. Além dela, restou o próprio título, abrigo para uma coletânea de 47 textos que só tratam daquilo: sexo. O volume temático reúne, entre outras crônicas, “Seios e Rembrandts”, “Sexo e futebol” e “Conto erótico”.

 

 

 

A mesa voadora
Objetiva, 2001; 4ª ed., 2002.

Com o mesmo título de um volume de crônicas lançado em 1978, este livro reúne textos de várias épocas da carreira de Verissimo sobre comer, beber e coisas relacionadas a estas atividades tão básicas quanto sublimes.

 

 

 

 

Comédias para se ler na escola

Objetiva, 2001; 15ª ed., 2002.

Crônicas infanto-juvenis, memórias de infância e adolescência, fábulas e brincadeiras com palavras estão entre as famílias de textos contempladas por Ana Maria Machado, responsável pela seleção das histórias deste livro.

 

 

 

As mentiras que os homens contam
Objetiva, 2000; 25ª ed., 2002.

A editora Objetiva começou com este livro a reorganizar por temas as crônicas de toda a carreira de Verissimo. Nesta primeira compilação, as mentiras e dissimulações dos homens (e também das mulheres) são o assunto que une as histórias.

 

 

 

Histórias brasileiras de verão
Objetiva, 1999; 3ª ed., 2002.

Este livro reúne crônicas sobre férias, amores, casamentos, separações e outros temas, no melhor estilo “Comédias da vida privada”. Sete histórias da série “Contos de verão” de Verissimo estão no livro.

 

 

 

 

Aquele estranho dia que nunca chega
Objetiva, 1999.

O Brasil é o principal personagem do livro, tema de muitas crônicas que procuram entender por que nunca chega o dia do conserto nacional. O capítulo “Os anos Efe Agá” reúne textos críticos de Verissimo em relação ao governo Fernando Henrique.

 

 

 

A eterna privação do zagueiro absoluto
Objetiva, 2004.

Em “O Melhor das Comédias da Vida Privada” o escritor gaúcho escolheu suas histórias preferidas do livro que se tornou um clássico do humor brasileiro nos anos 90, numa seleção imperdível que inclui 35 novas crônicas, inéditas em livro.

 

 

 

A versão dos afogados – Novas comédias da vida pública

L&PM, 1997.

Nova reunião de textos sobre a realidade nacional e internacional publicados originalmente em “Jornal do Brasil”, “O Estado de S. Paulo” e “Zero Hora”.

 

 

 

 

Novas comédias da vida privada

L&PM, 1996.

Mais uma safra de histórias engraçadas sobre casamentos, famílias e outras instituições da vida privada.

 

 

 

 

Comédias da vida pública
L&PM, 1995.

Sob este título ficaram reunidos textos de Verissimo sobre política, economia, política internacional e outros assuntos objetivos que o escritor aborda de maneira bem subjetiva.

 

 

 

 

Comédias da vida privada – 101 crônicas escolhidas
L&PM, 1994.

Esta é uma antologia de contos e crônicas publicados por Verissimo ao longo de toda a vida, mas para muita gente foi a porta de entrada na obra do escritor. O livro continua sendo um grande sucesso, teve suas histórias adaptadas para uma série da Rede Globo e pode vir a ser transformado em filme.

 

 

 

O suicida e o computador
L&PM, 1992; Coleção Pocket, 1998.

O conto que dá título a esta compilação de histórias publicadas em jornais é um dos mais conhecidos de Verissimo: um escritor redige a sua nota de suicídio, mas acaba adiando a própria morte em nome da perfeição literária. “Grande Edgar” é outro texto conhecido que integra o livro.

 

 

 

Peças íntimas
L&PM, 1990.

Conjunto de crônicas sobre o cotidiano e as fantasias da classe média, especialidade de Verissimo.

 

 

 

 

 

Orgias
L&PM, 1989. Coleção Pocket, 1998.

Dorinha volta a aparecer em “O dilema de Dorinha”, uma das crônicas publicadas anteriormente em jornal e selecionadas para este livro. A crônica-título defende, com humor e referências históricas, que organização é algo necessário mesmo numa orgia.

 

 

 

O marido do dr. Pompeu
L&PM, 1987; Coleção Pocket, 1997.

Série de histórias publicadas em jornal, entre elas a crônica-título, uma divertida dança de casais iniciada quando um homem troca a sua mulher por outro homem.

 

 

 

 

A mãe do Freud
L&PM, 1985; Coleção Pocket, 1997.

Em nova reunião de crônicas publicadas em jornal estão uma conversa com Borges chamada “Borgianas”, exemplo da admiração de Verissimo pelo escritor argentino, e “Nava”, amarga reflexão sobre o suicídio do escritor Pedro Nava.

 

 

 

O rei do rock
Globo, 1984; 3ª ed., 1996.

Textos publicados em “Jornal do Brasil” e “Zero Hora” estão neste livro, entre eles o famoso “Futebol de rua”.

 

 

 

 

 

A mulher do Silva
L&PM, 1984; 15ª ed., 1997.

“A volta de Ed Mort”, publicada originalmente na “Playboy”, e “A volta de Dorinha” estão entre as crônicas reunidas neste livro.

 

 

 

 

A Velhinha de Taubaté
L&PM, 1983; 10ª ed., 1991.

Única pessoa que acreditava no que dizia Carlos Átila, porta-voz do governo Figueiredo, a Velhinha se tornou uma celebridade nacional depois do lançamento deste livro. Outras crônicas publicadas em jornal fazem companhia às da crédula Velhinha neste livro.

 

 

 

Outras do Analista de Bagé
L&PM, 1982.

Novas histórias passadas no consultório do Analista se juntam no livro a crônicas variadas, entre elas “Gaúchos e cariocas”, divertido diálogo sobre as diferenças entre os dois estilos.

 

 

 

 

O Analista de Bagé
L&PM, 1981; 100ª ed., 1995.

Em dois dias a primeira edição já estava esgotada, indício do sucesso que o psicanalista gaúcho faria ao longo dos anos. Criado para Jô Soares interpretar no programa “Planeta dos homens”, não foi aproveitado na TV e virou sucesso na literatura. Apenas parte das crônicas do livro é sobre o Analista.

 

 

 

Sexo na cabeça
L&PM, 1980; Coleção Pocket, 1998.

Reunião de crônicas publicadas originalmente em “Playboy”, “Zero Hora” e “Jornal do Brasil”. Ed Mort protagoniza algumas das histórias, e dentre as crônicas sobre as dificuldades da vida a dois está “Tarzan e Jane ou Quando o amor acaba”.

 

 

 

Ed Mort e outras histórias
L&PM, 1979.

“Armadilha”, a história que deu à luz Ed Mort, abre o livro com a famosa apresentação: “Meu nome é Mort. Ed Mort”. A seguir, dentro da seleção de crônicas publicadas em “Playboy”, “Zero Hora”, “Folha da Manhã” e “Jornal do Brasil”, estão duas que se tornariam clássicas: “As noivas do Grajaú” e “Uma surpresa para Daphne”.

 

 

 

A mesa voadora
Globo, 1978; 7ª ed., 1996.

Título relançado em 2001 com novas crônicas, contém textos sobre gastronomia e restaurantes do mundo todo.

 

 

 

 

Amor brasileiro
José Olympio, 1977; L&PM, 1987.

Crônicas escritas para o “Jornal do Brasil” entre setembro de 1975 e setembro de 1976 formam este livro, o último dos três de Verissimo lançados pela editora José Olympio.

 

 

 

 

A grande mulher nua
José Olympio, 1975; 2ª ed., L&PM, 1992.

Além de uma seleção de crônicas escritas para jornal, o livro apresenta alguns cartuns desenhados por Verissimo.

 

 

 

 

O popular
José Olympio, 1973; 3ª ed., L&PM, 1984.

O primeiro livro de Verissimo reúne crônicas escritas para os jornais gaúchos “Zero Hora” e “Folha da Manhã” entre 1969 e 1972.

 

 

 

 

Romances

 

Os Espiões
Objetiva, 2009.

Sexto romance do autor, o livro de estreia na Alfaguara é o primeiro que o próprio Verissimo considera “seu”, do início ao fim, já que nunca havia escrito antes um romance por impulso próprio. As demais narrativas do gênero que o autor escreveu (O Jardim do Diabo, O Clube dos Anjos, Borges e os Orangotangos Eternos, O Opositor e A Décima Segunda Noite) nasceram todas de provocações ou de encomendas das editoras.

 

 

A décima segunda noite
Coleção Devorando Shakespeare – Objetiva, 2006.

Povoado por tipos parisienses, desde imigrantes que tentam a sorte grande, travestis que jogam futebol e brasileiros abastados a diplomatas misteriosos, A Décima Segunda Noite tem como cenário uma Paris que só o olhar aguçado de quem vive parte do ano por lá – como Verissimo – alcança.

 

 

O opositor
 Objetiva, 2004.

Quarto volume da coleção Cinco Dedos de Prosa, O Opositor é narrado com o humor inteligente que consagrou Luís Fernando Verissimo como um dos mais importantes autores do Brasil. Cada título da coleção Cinco Dedos de Prosa busca o inusitado, a graça, a possibilidade de se criar histórias instigantes a partir de um signo aparentemente prosaico: um dos dedos da mão.

 

 

 

Borges e os orangotangos eternos
Cia. das Letras, 2000; 3ª reimpressão, 2002.

Mais do que um mero personagem, Jorge Luis Borges é o responsável pela solução do crime que move este romance. O outro escritor fundamental na trama é Edgar Allan Poe. Verissimo cruzou uma série de referências literárias para criar esta história para a série “Literatura ou morte”.

 

 

 

Gula – O clube dos anjos
Objetiva, 1999; 17ª ed., 2002.

Até a morte é aceitável em nome de um grande prato. Por isso, mesmo conscientes do pecado, vão morrendo um a um os integrantes do Clube do Picadinho. As citações de “Rei Lear”, de Shakespeare, são um charme a mais neste romance da coleção “Plenos pecados”.

 

 

 

O jardim do diabo
L&PM, 1988; 5ª ed., 1999.

Policial como os outros, o primeiro romance de Verissimo surgiu de uma encomenda da agência de publicidade MPM, que queria um texto do autor como brinde de fim de ano. Numa trama permeada de citações, o narrador escreve histórias policiais baratas em que o protagonista é sempre um ex-marinheiro chamado Conrad.

 

 

 

Poesias

Poesia numa hora dessas?!
Objetiva, 2002.

Publicados ao longo das últimas décadas nos vários órgãos de imprensa em que Verissimo foi colunista, os poemas reunidos neste livro – alguns vinculados a desenhos e cartuns – são marcados por um misto de humor e lirismo na forma de observar o cotidiano.

 

 

 

Cidade e Países

Traçando Madrid
Artes e Ofícios, 1997; 3ª ed., 1999.

Era 1996 e Madrid comemorava os 250 anos de nascimento de Goya. Daí Verissimo ter escolhido como anfitrião de suas crônicas o fantasma do próprio pintor. Com ele visita lugares históricos, restaurantes e museus, anotando até mesmo endereços, o que torna este volume da coleção o mais parecido com um guia de viagens.

 

 

 

Traçando o Japão
Artes e Ofícios, 1995; 3ª ed., 1999.

Foram duas viagens de apenas duas semanas cada, mas no livro elas parecem bem maiores. Tóquio e outras cidades japonesas são retratadas com humor e algumas doses de História num ano em que o Tratado de Amizade, Comércio e Navegação entre Brasil e Japão completava um século.

 

 

 

América
Artes e Ofícios, 1994.

Textos sobre a Copa do Mundo de 1994, disputada nos Estados Unidos, se misturam a crônicas sobre a vida americana, algumas já presentes em “Traçando Nova York”. O acompanhamento passo a passo da seleção brasileira até o título ocupa a maior parte dos capítulos.

 

 

 

Traçando Porto Alegre
Artes e Ofícios, 1994; 8ª ed., 1999.

O traço cuidadoso já havia passado por Nova York, Paris e Roma, mas faltava uma cidade fundamental: Porto Alegre, onde Verissimo nasceu e vive até hoje. Sua geografia, suas ruas de nomes trocados, seus bondes e seu gosto pelo churrasco, assim como reminiscências do escritor, estão no livro.

 

 

 

Traçando Roma
Artes e Ofícios, 1993; 5ª ed., 1999.

Na cidade em que o escritor morou com a família por seis meses em 1986, não faltavam fontes de inspiração. O trânsito caótico, o jeito espalhafatoso dos italianos e a gastronomia estão em várias crônicas. Mas ainda sobrou espaço para as obras de Michelangelo e Bernini.

 

 

 

Traçando Paris

Artes e Ofícios, 1992; 8ª ed., 1999.

Do quartel-general na pequena Rue Greneta, onde morou com a família, Verissimo partiu para retratar diversos lugares e costumes parisienses, entre estes as regalias que os cachorros têm. O livro já começa com um passeio comentado pela cidade e continua com observações divertidas sobre o cotidiano de Paris.

 

 

 

Traçando New York
Artes e Ofícios, 1991; 9ª ed., 1999.

A contribuição do breakfast à supremacia americana é um dos temas do livro, no qual os valores culturais dos Estados Unidos recebem um olhar bem crítico. Verissimo morou com a família em Nova York de agosto de 1980 a fevereiro de 1981. As ilustrações deste e dos outros livros da série são de Joaquim da Fonseca.

 

 

 

Infanto-juvenis

Pof
Projeto, 2000.

Encomendado por uma editora ligada a um colégio de Porto Alegre, este livro contém apenas desenhos de Verissimo, feitos para que as crianças, ao folhearem as páginas, vejam uma imagem se formando.

 

 

 

 

O arteiro e o tempo
Berlendis, 1994.

Esta história escrita por Verissimo para crianças ganhou ilustrações do pintor Glauco Rodrigues.

 

 

 

 

 

O santinho
L&PM, 1991; 7ª ed., 1997. Objetiva, 2002

Reunindo crônicas sobre crianças e adolescentes, este livro foi publicado pela editora L&PM na coleção “Conte outra” e relançado em 2002 pela Objetiva com novos textos e novas ilustrações (de Glenda Rubinstein no lugar das de Edgar Vasques).

 

 

 

Quadrinhos

Aventuras da Família Brasil
Objetiva, 2005.

Em um divertido retrato da classe média brasileira, o livro reúne tiras com alguns de seus personagens mais engraçados. Um pai trabalhador, mas que tem a profissão ignorada, uma mãe dona-de-casa, um filho adolescente, um neto pequeno e uma neta de colo, compõem essa divertida família.

 

 

 

As Cobras em “Se Deus existe que eu seja atingido por um raio”
L&PM, 1997.

Já desenhadas da forma que o seu autor considera a melhor, as Cobras aparecem em diversas situações, entre elas conversando com Deus, indagando-se sobre a imensidão do universo e, na série “Rumo a Marte”, indo para o espaço.

 

 

 

As aventuras da Família Brasil – Parte II
L&PM, 1993.

Mais uma série de pequenas e divertidas histórias vividas por uma família de classe média. As tirinhas selecionadas foram publicadas originalmente em “O Estado de S. Paulo” e “Zero Hora”.

 

 

 

 

Ed Mort em “O seqüestro do zagueiro central”
L&PM, 1989.

O detetive é contratado por um banqueiro do jogo do bicho para encontrar o zagueiro de seu time, o nada delicado Tocão.

 

 

 

 

Ed Mort em “Conexão nazista”
L&PM, 1989.

Uma mulher acorda freqüentemente com cadáveres a seu lado e não sabe o porquê. Mais um caso para Ed Mort, que vai parar até num submarino alemão para tentar conter os planos funestos do doutor Kraus.

 

 

 

 

Ed Mort em “Com a mão no milhão”
L&PM, 1988.

Nesta história, Ed Mort precisa solucionar um complicadíssimo caso envolvendo o playboy Toninho Scala.

 

 

 

 

 

Ed Mort em “Disneyworld Blues”
L&PM, 1987.

A visita ao escritório de Ed Mort de uma mulher que não se lembra quem é obriga o detetive até a pôr roupas femininas para solucionar o caso, além de se deparar com um psicanalista neurótico. O título é uma referência à atividade da misteriosa mulher: levar crianças à Disneyworld.

 

 

 

As Cobras 1, 2 e 3

Salamandra, 1987.

Já mais gordinhas do que no início de suas vidas, as Cobras apareceram nesta série da editora Salamandra com uma turma grande: Queromeu, o corrupto, Durex, o adesista, Dudu, o alarmista, o chef Rienamangé, o faminto Zé do Cinto e a dupla Sombrio e Clarindo estão entre os personagens.

 

 

 

As aventuras da Família Brasil
L&PM, 1985.

Até hoje desenhada por Verissimo, a típica família brasileira de classe média apareceu aqui pela primeira vez em livro. As agruras do pai, sempre envolto em dificuldades financeiras mas tendo que sustentar o genro, são constantes nas tirinhas.

 

 

 

Ed Mort em “Procurando o Silva”

L&PM, 1985.

Na sua primeira história em quadrinhos, o detetive é contratado por uma atraente mulher para encontrar um homem chamado Silva, um especialista em disfarces. Nesta trama e em todas as seguintes, Ed Mort foi desenhado por Miguel Paiva.

 

 

 

O Analista de Bagé
L&PM, 1983.

Este é o único livro em que o Analista de Bagé aparece em cor e traço, graças às ilustrações de Edgar Vasques. O conjunto de histórias foi a primeira contribuição de Verissimo para a Coleção Quadrinhos, da L&PM.

 

 

 

 

As Cobras
L&PM, 1979.

Então editando quase todos os livros de Verissimo, a L&PM reuniu neste dezenas de tiras desenhadas para jornais como “Zero Hora” e “Jornal do Brasil”.

As Cobras 1, 2 e 3
Codecri, 1979.

Esta série de livrinhos publicados pela Codecri, editora criada pelos sócios do jornal “O Pasquim”, tem muitas tiras sobre censura, crise econômica e outros assuntos comuns no regime militar.

 

 

 

 

Pega pra Kapput
L&PM, 1978.

Roteiro para uma história em quadrinhos escrito a seis mãos, todas gaúchas: Verissimo, Josué Guimarães e Moacyr Scliar. Os desenhos são de Edgar Vasques, também gaúcho.

 

 

 

 

As Cobras e outros bichos
L&PM, 1977.

Dois anos depois do primeiro livro, as Cobras voltaram em outras histórias e numa edição que também contava com cartuns sobre assuntos variados. Daí o “outros bichos” do título.

 

 

 

 

As Cobras
Milha, 1975.

Mais fininhas, as famosas personagens criadas pelo traço de Verissimo foram pela primeira vez reunidas em livro neste volume, seleção de tirinhas publicadas em jornal. Entre os tipos que já existiam, além das cobras protagonistas, estão o avestruz Alves Cruz e o casal de lesmas Shirlei e Flecha.

 

 

 

Antologias

Arte para criança, volume 2
Berlendis & Vertecch, 2003.

Para gostar de ler Júnior – Festa de criança
Ilustrações de Caulos. Ática,2000.

As noivas do Grajaú
Mercado Aberto, 1999.

Todas as histórias do Analista de Bagé
L&PM, Coleção Pocket, 1997.

Ed Mort – Todas as histórias
L&PM, Coleção Pocket, 1997.

Comédias da vida privada
L&PM, edição especial para escolas, 1996.

Para gostar de ler, volume 14 – O nariz e outras crônicas
Ática, 1994; 11ª ed., 2003.

Pai não entende nada
L&PM, Coleção Jovem, 1991.

Zoeira
Seleção de Lucia Helena Verissimo e Maria da Glória Bordini. L&PM, Coleção Jovem, 1987.

O gigolô das palavras
Seleção de Maria da Glória Bordini. L&PM, 1982; 10ª ed., 1993.

 

Participação em Coletâneas

Vozes do Golpe
Companhia das Letras, 2004. Texto: “A Mancha”.

Para entender o Brasil
Organização de Luiz Antonio Aguiar. Alegro, 2001. Texto: “O cinismo de (todos) nós”.

Os cem melhores contos brasileiros do século
Organização de Ítalo Moriconi. Objetiva, 2000. Texto: “Conto de verão nº 2 – Bandeira branca”.

O desafio ético
Organização de Ari Roitman. Garamond, 2000. Texto: “O poder do nada”.

Para gostar de ler, volume 22 – Histórias de amor
Ática, 1999; 6ª ed., 2003. Texto: “Uma surpresa para Daphne”.

Porto Alegre – Memória escrita
Organização Zilá Bernd. Universidade Editorial, 1998. Texto: “Bola de cristal”.

Contos para um Natal brasileiro
Relume Dumará, 1996. Texto: “White Christmas”.

Contos brasileiros
Organização de Sérgio Faraco. L&PM, 1996. Texto: “A missão”.

Democracia: Cinco princípios e um fim
Ilustrações de Siron Franco. Organização de Carla Rodrigues. Moderna, Coleção Polêmica, 1996. Texto: “Igualdade”.

Continente Sul/Sur
IEL, 1996. Texto: “Conversa de velho”.

O Rio de Janeiro continua lindo
Memória Viva, 1995. Texto: “Vitória carioca”.

Passeios pela Zona Norte
Centro Cultural Gama Filho, 1995. Texto: “As noivas do Grajaú”.

E o Bento levou (charges)
Mercado Aberto, 1995.

Amigos secretos
Artes e Ofícios, 1994. Texto: “Casados x solteiros”.

A cidade de perfil
Organização de Sérgio Faraco. Centro Cultural Porto Alegre, 1994. Textos: “A mal entendida”, “A compulsão” e “Soluções”.

Separatismo – Corta essa! (cartuns)
L&PM, 1993.

Para gostar de ler, volume 13 – Histórias divertidas
Ática, 1993. Textos: “Atitude suspeita” e “O casamento”.

O humor nos tempos do Collor
Com Jô Soares e Millôr Fernandes. L&PM, 1992.

Nós, os gaúchos
Editora da Universidade, 1992. Texto: “A cidade que não está no mapa”.

Cronistas do Estadão
Organização de Moacir Amâncio. O Estado de S. Paulo, 1991. Texto: “Negociações”.

A palavra é humor
Scipione, 1990. Texto: “Lixo”.

Ler faz a cabeça, volumes 1, 2 e 3
Pedagógica e Universitária, 1990.

Crônicas de amor
Ceres, 1989. Textos: “Amores”.

Sombras e luzes – Um olhar sobre o século
Organização de Hélio Nardi Filho. L&PM, 1989. Texto: “À beira do tapete, à beira do espaço”.

O novo conto brasileiro
Nova Fronteira, 1985.

Rodízio de contos
Mercado Aberto, 1985. Texto: “Tronco”.

Memórias (Revista Oitenta nº6)
L&PM, 1982.

Temporal na Duque (Revista Oitenta nº 5)
L&PM, 1981.

Para gostar de ler, volume 7 – Crônicas. Ática, 1981
Textos: “Confuso”, “Comunicação”, “Emergência”, “Futebol de rua” e “Matemática”.

Toda a verdade sobre Brigitte D’Anjou (Revista Oitenta nº 3)
L&PM, 1980.

Condomínio (Revista Oitenta nº 2)
L&PM, 1980.

Humor de sete cabeças (charges e cartuns)
Sulbrasileiro Seguros Gerais, 1978.

Antologia brasileira do humor
L&PM, 1976.

O tubarão
L&PM, 1976.

QI 14
Garatuja, 1975.

 

Edições Estrangeiras

Alemanha – Kleine Lügen – 1999, Europa Verlag
Alemanha – Der Club Der Engel – 2001, Lichtenberg Verlag/Droemer
Alemanha – Vogelsteins Verwirrung – 2003, Droemersche Verlagsanstalt
Alemanha – Meierhoffs Verschwörrung – 2006, Droemersche Verlagsanstalt
Argentina – Borges Y Los Orangutanes Eternos – 2005, Editorial Sudamericana
Coréia – Borges e os Orangotangos Eternos – (no prelo), Woongjin Think Big Co.
Coréia – O Clube dos Anjos – 2007, Woogjin Thin Big Co.
Coréia – As Mentiras que os Homens Contam – 2008, Woongjin Think Big Co.
Dinamarca – Borges of de Evige Orangutanger – 2003, Glyldend Al
Espanha – El Club de los Angeles – 2001, Plaza y Janés
Espanha – Las Mentiras que los Hombre Cuentan – 2007, Ézaro
Espanha – Sexo en la Cabeza – 2008, Ézaro
Espanha – Borges y los Orangutanes Eternos – 2008, Ézaro
Espanha, Catalão – O Opositor – (no prelo), Ediciones La Campana
França – Et Mourir de Plaisir – 2001, Éditions Du Seuil 
França – Borges et les Orangs-Outangs Éternels – 2004, Éditions Du Seuil
França – Lê Doigt Du Diable – 2006, Éditions Du Seuil
França – Ed Mort e Outras Histórias – (no prelo), L’ ecailler Du Sud
Grécia – Borges e os Orangotangos Eternos – 2007, Agra Publiactions
Grécia – O Clube dos Anjos – 2001, Enalios
Holanda – De engelenclub – 2011, Athenaeum / Querido
Holanda – De Spionnen – 2012, Athenaeum
Inglaterra – The Club of Angels – 2001, Harvill
Inglaterra – Borges and the Eternal Orang-Utans – 2004, Harvill
Israel – Borges e os Orangotangos Eternos – (no prelo), Bambook Publishers
Itália – Il Club Degli Angeli – 2000, Ponte Alle Grazie
Itália – Le Bugie Che Raccontano Gli Uomini – 2004, Ponte Alle Grazie
Itália – Borges e os Orangotangos Eterno – (no prelo), Atmosphere Libri
Iugoslávia – O Clube de los Anjos – 2002, Narodna Knjiga
Japão – Borges e os Orangotangos Eternos – 2008, Fusosha
Portugal – O Clube dos Anjos – 2001, Dom Quixote
Portugal – As Mentiras que os Homens Contam – 2001, Dom Quixote
Portugal – Comédias para se Ler na Escola – 2002, Dom Quixote
Portugal – O Melhor das Comédias da Vida Privada – 2005, Dom Quixote
Portugal – A Mesa Voadora – 2003, Dom Quixote
Portugal – Sexo na Cabeça – 2004, Dom Quixote
Portugal – Orgias – 2008, Dom Quixote
Portugal – Os Espiões – 2009, Dom Quixote
Romênia – Borges Si Urangutanii Eterni – 2005, Curtea Veche
Romênia – O Clube dos Anjos – 2005, Curtea Vechea Publishing
Romênia – Os Espiões – (no prelo), Vivaldi
Romênia – O Opositor – (no prelo), Vivaldi 
Rússia – O Clube dos Anjos – 2005, Ast Publishers 
Rússia – Borges e os Orangotangos Eternos – (no prelo), AST Publishers
Sérvia e Montengro – Borges e os Orangotangos Eternos – (no prelo), Trivic
Sérvia e Montengro – Os Espiões – (no prelo), Paideia
Turquia – Borges e os Orangotangos Eternos – (no prelo), Monokl Yayinlari
UK – Os Espiões – (no prelo), MacLehose Press
USA – The Club of Angels – 2002, New Directions 
USA – Borges and the Eternal Orangutans – 2005, New Directions
USA – The Club of Angels (edição de bolso) – 2002, New Directions