Poesia
Bananas Podres
Casa da Palavra, 2011.
O melhor da poesia de Ferreira Gullar em textos manuscritos e ilustrados por colagens, pinturas e desenhos inéditos feitas por ele próprio, especialmente para esta edição.
“Embora já houvesse surgido antes a ideia de reunir os poemas sobre bananas podres num livro ilustrado, só recentemente fui levado a inventar este pequeno álbum. É verdade que, faz alguns anos, escrevi mais alguns poemas sobre o tema, mas o fator decisivo foi ter percebido que as folhas de jornal, que uso para limpar o pincel, lembravam, com suas manchas escuras, a cor das bananas quando começam a apodrecer”, explica o poeta.
O tema das Bananas acompanha a produção poética de Gullar desde os anos de 1970 e está ainda presente em seu último livro de poesia, Em alguma parte alguma, recentemente premiado como o melhor do ano na categoria pelo Jabuti. A infância em São Luís, a família, a passagem do tempo, a desordem e a tentativa de reter sensações estão presentes nesses poemas que refletem o melhor da poesia de Ferreira Gullar e suas próprias interpretações visuais sobre sua vida e expressão

Em alguma parte alguma
José Olympio, 2010.
Após dez anos da publicação de seu último livro de poemas, Muitas vozes, Ferreira Gullar entrega ao público, agora, este Em alguma parte alguma, em que dá prosseguimento à reflexão poética sobre a existência. Este difere dos livros anteriores, no desenvolvimento de novos temas e, sobretudo, pelas questões que suscita na realização do poema.
Muitas vozes
Ed. José Olympio, 1999; 2ª e 3ª ed., 1999; 4ª ed., 2000.
In: Toda poesia, Ed. José Olympio, 9ª ed., 2000.
É o primeiro livro de poemas editado pelo autor após a morte do filho Marcos, em 1990, e da primeira mulher, Thereza Aragão, em 1993. Ao mesmo tempo em que reflete a dor destas perdas, a obra também celebra um novo amor, a poetisa Cláudia Ahimsa. Vencedor do prêmio Jabuti de Poesia.
Ed. Europa, 1991.
Livro-poema criado por Gullar nos tempos do neoconcretismo, mas publicado apenas em 1991. Trabalhando com as possibilidades visuais das palavras, o autor considera este um exemplo perfeito de poesia neoconcreta.
Barulhos
Ed. José Olympio, 1987; 2ª ed., 1987; 3ª ed., 1991; 4ª ed., 1997.
In: Toda poesia, Ed. José Olympio, 9ª ed., 2000.
Este livro reúne poemas escritos entre 1980 e 1987, entre eles “Tanga”, “Aprendizado” e “Narciso e Narciso” e o metalingüístico “Nasce um poema”. As questões políticas ainda aparecem em alguns momentos, como “Sessenta anos do PCB” e “Adeus a Tancredo”.
Crime na flora ou Ordem e progresso
Ed. José Olympio, 1986; 2ª ed., 1986.
O livro, concluído pelo autor em 1954, só foi lançado em 1986 pela editora José Olympio. É praticamente todo escrito em prosa poética.
Na vertigem do dia
Ed. Civilização Brasileira, 1980.
In: Toda poesia, Ed. José Olympio, 9ª ed., 2000.
O livro foi o primeiro produzido por Gullar após a volta do exílio, embora também contenha textos escritos no exterior. Reúne poemas conhecidos como “Traduzir-se” – mais tarde musicado por Fagner – “Bananas podres”, “Arte poética” e “Subversiva”.
Poema sujo
Ed. Civilização Brasileira, 1976; 2ª ed., 1977; 3ª ed., 1977; 4ª ed., 1979; 5ª ed., 1983.
In: Toda poesia, Ed. José Olympio, 9ª ed., 2000.
Considerado uma obra-prima da literatura brasileira, este longo poema é o mais importante da carreira de Gullar, que mistura aqui lembranças do Maranhão com questões políticas. Foi escrito no exílio em Buenos Aires, em 1975, e chegou ao Brasil em 1976, gravado numa fita cassete trazida por Vinicius de Morais. Virou febre entre artistas e intelectuais, e foi o ponto de partida para a campanha que trouxe o autor de volta ao país.
Dentro da noite veloz
Ed. Civilização Brasileira, 1975.
In: Toda poesia, Ed. José Olympio, 9ª ed., 2000.
O livro reúne poemas escritos entre 1962 e 1975, boa parte deles criada por Gullar durante o exílio. A obra retrata a amargura deste período, com títulos bastante significativos como “Meu povo, meu poema”, “Cantiga para não morrer”, “Poema brasileiro” e “No mundo há muitas armadilhas”.
Por você por mim
Ed. Sped, 1968.
Reunião de poemas sobre a guerra do Vietnã – que ainda demoraria a acabar – o livro conta também com fotografias do conflito.
A luta corporal e novos poemas
Ed. José Álvaro Editor, 1966.
A nova edição da importante obra de Gullar, publicada originalmente em 1954, foi acrescida de poemas mais recentes criados pelo autor.
História de um valente (cordel)
Assinado pelo pseudônimo José Salgueiro.
PCB (na clandestinidade), 1966.
Cordel feito sob encomenda para o Partido Comunista, a fim de ajudar na campanha de libertação de Gregório Bezerra. O livro foi publicado na clandestinidade e Gullar usou o pseudônimo de José Salgueiro, numa referência à sua escola de samba. Na época, foi divulgado que José Salgueiro era um poeta popular, e só muitos anos depois Gullar assumiu a autoria do cordel.
Quem matou Aparecida?
CPC-UNE, 1962.
Outro cordel escrito no CPC, acompanha uma mulher que vai trabalhar como doméstica em Ipanema, é atacada pelo patrão, vê o operário que ama sumir por participar de uma greve e, desesperada, acaba ateando fogo às vestes.
João Boa-Morte, cabra marcado para morrer (cordel)
CPC-UNE, 1962.
Este cordel foi escrito para ser apresentado por atores do Centro Popular de Cultura da UNE, o CPC. Oduvaldo Vianna Filho procurou Gullar para criar um espetáculo sobre reforma agrária e pediu que fizesse a estrutura da peça em versos, a fim de poderem usar um cantador do Nordeste. A expressão “Cabra marcado para morrer” se transformou em título de um filme de Eduardo Coutinho.
Poemas
Ed. Edições Espaço, 1958.
A obra reúne diversos poemas concretos, nos quais o autor faz experiências visuais com as palavras. Entre os poemas mais conhecidos desta obra estão “Mar azul”, em que a palavra “azul” está em todos os versos, e “Girassol”, em que seis palavras se relacionam numa cadeia sonora e semântica.
A luta corporal
Edição do autor, 1954. 3ª ed., Ed. Civilização Brasileira, 1975.
In: Toda poesia. Ed. José Olympio, 9ª ed., 2000.
É uma das obras mais importantes da carreira de Gullar, a primeira em que ele começa a fazer experiências com a linguagem. Quando publicado, o livro causou forte impacto no meio intelectual brasileiro. O projeto gráfico era tão inovador para a época que provocou até um desentendimento entre o autor e os gráficos da revista “O Cruzeiro”, onde foi impressa a primeira edição.
Um pouco acima do chão
Edição do autor, 1949.
Primeiro livro do autor, foi publicado no Maranhão em edição financiada por seu próprio pai. É considerado por Gullar um livro ingênuo e sem valor por causa da formalidade do estilo, que ainda guardava forte influência dos poemas clássicos de sua formação inicial.
Infanto-juvenis
Bichos do Lixo
Casa da Palavra, 2013.
Nesta obra, Ferreira Gullar compartilha com os leitores uma prática que exercita cotidianamente: suas colagens. Nela, Gullar reúne pedaços de envelopes, convites, propagandas, e os espalha nas páginas aleatoriamente. É seu olhar de poeta que encontra significado no que outros consideram lixo. O livro transforma-se assim em um convite para esse exercício diário de renovação do olhar.
Dr. Urubu e outras fábulas
José Olympio, 2005.
As poesias de Dr. Urubu e outras fábulas mostram crianças descobrindo os estranhos e fascinantes animais ao seu redor. O Elefante e a Girafa podem estar apenas nos zoológicos, mas a Formiga fica o dia inteiro passeando pela mesa da cozinha, a Abelha vive voando ao redor do nosso nariz, o Galo canta na casa do vizinho, o Mosquito passa a noite zumbindo no nosso ouvido…
O rei que mora no mar
Global, 2001.
Escrito nos anos 60 para ser musicado por Edino Krieger e inscrito num festival – algo que nunca aconteceu – o poema ficou inédito até 2001, quando passou a integrar uma coleção infanto-juvenil da editora Global, ganhando ilustrações de Rogério Borges. O ponto de partida do poema é uma lenda maranhense que diz que Dom Sebastião, o mítico rei de Portugal (1554-1578), estaria encarnado num touro.
Um gato chamado Gatinho
Ed. Salamandra, 2000.
Livro infanto-juvenil que reúne 15 poemas de Gullar sobre seu gato Gatinho. Ele mostra, com delicadeza, as atitudes, manias e preferências do bichano. As ilustrações são de Angela Lago.
Crônicas
As melhores crônicas de Ferreira Gullar
Org. Augusto Sérgio Bastos – Global Editora, 2005.
O livro reúne 92 crônicas em que o autor passeia por suas cidades no Brasil, de São Luís do Maranhão até o Rio de Janeiro, e no exílio. Abre o volume o clássico texto intitulado Crônica, onde Gullar expõe as dificuldades de definir o gênero e faz uma homenagem a Bandeira, Drummond, Rubem Braga e Sabino, grandes mestres dessa arte.
O menino e o arco-íris
Ática, coleção Para Gostar de Ler (volume 31), 2001.
A editora reuniu, para a coleção Para Gostar de Ler, crônicas com temática infanto-juvenil escritas pelo autor para o “Jornal do Brasil” nos anos 60.
A estranha vida banal
Ed. José Olympio, 1989.
Primeiro livro de crônicas do autor, gênero ao qual ele nunca se dedicou muito. As crônicas foram produzidas de forma diletante e reunidas em livro em 1989.
Ficção
O Touro Encantado
Salmandra, 2003.
Os pequenos contos publicados nesta coletânea revelam o escritor memorialista, que leva da poesia para a prosa o uso cuidadoso das palavras e criação de imagens inesperadas. Dando voz a personagens que povoaram sua infância, em sua terra natal (São Luís, no Maranhão), Ferreira Gullar nos leva a redescobrir, com olhos de criança, a beleza, a alegria e os mistérios da vida da gente simples de nosso País.
Cidades inventadas
Ed. José Olympio, 1997.
Coletânea de histórias – que Gullar prefere não classificar de contos – escritas pelo autor ao longo de 40 anos. Todas as tramas se passam em cidades que não existem, como Fraternópolis, Odon e Ufu.
História de amor juvenil escrita sob encomenda de uma empresa para ser distribuída como brinde.
Memórias
Rabo de foguete
Ed. Revan, 1998; 2ª ed., 1998.
São memórias do período da ditadura, um livro em que o autor relembra suas experiências durante os anos amargos do exílio, passados entre União Soviética, Chile, Peru e Argentina.
Biografia
Nise da Silveira
Ed. Relume-Dumará, coleção Perfis do Rio, 1996
Perfil da psiquiatra e criadora do Museu das Imagens do Inconsciente, que era amiga pessoal do autor. Foi escrito especialmente para a coleção Perfis do Rio.
Ensaios
Arte Contemporânea Brasileira
Lazuli, 2012.
Depois de sete anos de clandestinidade e exílio, Ferreira Gullar retoma suas atividades como crítico de arte. Um dos mais argutos observadores e ensaístas da cena cultural, autor do Manifesto Neoconcreto que dá régua e compasso a nomes como Lygia Clark, Hélio Oiticica e Lygia Pape, ao retornar ao Brasil, em 1977, Gullar volta a registrar em textos curtos o que de mais significativo se produzia no período. É uma época de embates ferozes entre a censura do regime militar, a denúncia da falta de liberdades civis e a necessidade de uma produção aguerrida ao mesmo tempo inovadora e criativa, sem resvalar no panfletário. Anos de vigor e de renovação estética, da construção de uma linguagem sintonizada às tendências mundiais, apresentados por uma escrita precisa, informada – característica da intervenção intelectual de Ferreira Gullar.

Sobre Arte, Sobre Poesia (uma luz do chão)
José Olympio, 2006.
A obra integra a coleção Sabor Literário, que apresenta aos leitores textos inéditos ou pouco conhecidos de grandes escritores. Sobre arte, Sobre poesia (Uma luz do chão), reúne textos de dois livros publicados nos anos 70 e 80, e é um trabalho fundamental
não apenas para que se conheça mais intimamente a obra de um grande artista, mas também para que se entenda a arte em sua totalidade.
Relâmpagos
Cosac & Naify, 2003.
Farta e belamente ilustrado, este volume reúne escritos do crítico de arte Ferreira Gullar. São pequenos artigos, às vezes poemas, sobre diversos artistas, de Michelangelo a Chagall, de Rembrandt a Picasso. Vários dos textos são sobre brasileiros, como Arthur Bispo do Rosário, Oswaldo Goeldi, Iberê Camargo e Franz Weissmann. O livro alia rigor crítico a um olhar muito pessoal sobre a arte.
Cultura posta em questão/Vanguarda e subdesenvolvimento
José Olympio, 2ª e 4ª ed., 2002.
Relançamento numa só edição de dois importantes ensaios escritos nos anos 60. No prefácio, Gullar contextualiza os ensaios, mostrando o que mudou no seu pensamento de lá para cá.
Grupo Frente e a reação neoconcreta
In: Arte construtiva no Brasil – Coleção Adolpho Leirner, organização de Aracy Amaral.
Ed. DBA-Melhoramentos, 1998.
Ensaio em que Gullar reconstitui e analisa a formação do Grupo Frente, cujo nome foi dado involuntariamente por ele, e do movimento neoconcretista, do qual ele foi criador ao lado de artistas como Lygia Clark e Amilcar de Castro. Publicado como parte de um livro sobre a coleção de Adolpho Leirner.
Argumentação contra a morte da arte
Ed. Revan, 1993; 2ª ed., 3ª e 4ª ed., s.d; 5ª ed., 1997; 6ª ed., 1998.
O polêmico livro reúne ensaios em que Gullar ataca a experimentação pela experimentação nas artes plásticas, criticando a falta de embasamento das propostas de boa parte das vanguardas.
Indagações de hoje
Ed. José Olympio, 1989.
O livro reúne artigos, conferências e notas produzidos entre 1975 e 1987. Sempre preocupado com questões de ordem estética, Gullar analisa aqui aspectos como a dependência cultural, as vanguardas e a relação entre arte e ideologia.
Etapas da arte contemporânea
Ed. Nobel, 1985; 2ª ed., Revan, 1998; 3ª ed., 1999.
Coletânea de artigos publicados no Suplemento Dominical do Jornal do Brasil, entre março de 1959 e outubro de 1960, focalizando movimentos de vanguarda do século XX como o cubismo, o futurismo e o neoconcretismo. A obra, publicada apenas em 1985, destaca a face de crítico e teórico de arte de Gullar.
Sobre arte
Ed. Avenir/Palavra e Imagem, 1982; 2ª ed., 1983.
Reunião de ensaios dos anos 70 sobre artes plásticas, uma das grandes paixões de Ferreira Gullar. São abordados aqui problemas da arte contemporânea e questões estéticas em geral.
Uma luz do chão
Ed. Avenir, 1978.
Livro que reúne textos escritos por Gullar sobre sua própria poesia, nos quais ele pensa sua obra e fala sobre sua concepção de arte.
Augusto dos anjos ou morte e vida nordestina
In: Toda a poesia, de Augusto dos Anjos. Paz e Terra, 1976.
Publicado inicialmente dentro das poesias completas de Augusto dos Anjos, este ensaio foi uma das fontes de inspiração para Gullar escrever, nos anos 90, o artigo “Corpo a corpo com a linguagem”.
Vanguarda e subdesenvolvimento
Ed. Civilização Brasileira, 1969; 2ª ed., 1979, 3ª ed., 1984.
Obra em que o autor procura explicar os vínculos que ligam as expressões artísticas modernas ao conjunto do processo cultural, através de uma análise da relação entre o pensamento filosófico e o processo de criação. O livro foi lançado pouco antes de Gullar entrar na clandestinidade.
Cultura posta em questão
Ed. Civilização Brasileira, 1965.
Uma das obras do autor voltadas para a reflexão sobre aspectos da cultura brasileira. A primeira edição deste ensaio foi queimada na invasão do prédio União Nacional dos Estudantes, em 1964. O livro foi reeditado no ano seguinte.
Teoria do não-objeto
Suplemento Dominical do Jornal do Brasil, 1959.
Lançado no “Suplemento Dominical do Jornal do Brasil”, este ensaio fundamental do neoconcretismo foi depois lançado encartado no mesmo “Suplemento”. Ele pode ser lido na seção Por Ele Mesmo do site.
Teatro
Um rubi no umbigo
Civilização Brasileira, 1978.
Dr. Getúlio, sua vida e sua glória (com Dias Gomes)
Civilização Brasileira, 1968.
Reeditado com novo título: Vargas, o dr. Getúlio, sua vida e sua glória.
Civilização Brasileira, 1983.
A saída? Onde fica a saída? (com Antônio Carlos da Fontoura e Armando Costa, coleção Espetáculo)
Grupo Opinião, 1967.
Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come (com Oduvaldo Vianna Filho)
Civilização Brasileira, 1966.
Traduções - Literatura
Don Quixote de la Mancha, de Cervantes
Revan, 2002.
As mil e uma noites
Revan, 2000.
Fábulas, de La Fontaine
Revan, 1997; 2ª ed., 1998.
Traduções - Literatura
Les pays des éléphants, de Louis-Charles Sirjacq
Paris, L’Avant Scéne, 1989.
Cyrano de Bergerac, de Edmond Rostand
José Olympio, 1985.
Ubu rei, de Alfred Jarry
Civilização Brasileira, 1972.
Ensaio
O paraíso de Cézanne. De Phlippe Sollers.
José Olympio, 2004.
Van Gogh. De Antonin Artaud.
José Olympio, 2003.
Rembrandt. De Jean Genet.
José Olympio, 2002.
Traduções – Antologias
Melhores poemas de Ferreira Gullar
Global Editora, 2004.
Poemas escolhidos
Ediouro, 1989.
Os melhores poemas de Ferreira Gullar. Seleção de Alfredo Bosi
Global, 1983; 2ª ed., 1985; 3ª ed., 1986; 4ª ed., 1990; 5ª ed., 1994.
Ferreira Gullar. Seleção de Beth Brait
Abril Educação, coleção Literatura comentada, 1981.
Toda poesia
Civilização Brasileira, 1980; 2ª ed., 1981; 3ª ed., 1983. José Olympio, 4ª ed., 1987; 5ª ed., 1991; 6ª ed., 1997 (em co-edição com o FNDE); 7ª ed., 1999; 8ª ed., 1999; 12ª ed., 2002. Círculo do Livro, 1980; 2ª ed., 1981.
Antologia poética de Ferreira Gullar
(em disco, com a voz do autor e música de Egberto Gismonti)
Som Livre, 1979.
Antologia poética
Summus, 1977; 2ª ed., 1977; 3ª ed., 1979; 4ª ed., 1983; 5ª ed e 6ª ed., s.d.











