As pessoas e seus giros
volúpias helicoidais de solidão
lúpulo, quádruplo sentido
de alguém que observa, furtivo
os lobos, os pastores e os cegos.
As pessoas e seus bailados
troantes, tintos, valsando
em ecos de jenipapo ferido
em traços de pedra-sândalo
cones de pensamentos vãos
sonolentos voos noturnos.
As pessoas rodopiam
os mamíferos sedentos somos nós
que sugamos...
