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WANDECA E O POETA - doc
 
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Betusko, São Paulo (SP) · 5/6/2009 · 203 votos · 43
Revista O Cruzeiro
Crônica para quem viveu o fim dos anos 60...

tags: São Paulo SP literatura


  Arquivo Word - 33 Kb

downloads: 280
Autoria:
Roberto Lopes Jesus

Ficha Técnica:
Jovem Guarda, crianças, cachorro de estimação

Website:
http://www.blig.ig.com.br/betusko

Contato:
betusko@superig.com.br

 
Uma delícia de crônica, Betusko! Somente um poeta consegue 'fingir que sente o que deveras sente', como diz Fernando Pessoa. Pois vc vai assim, falando de lembranças sem pieguices e quase com frieza epistolar graceja sobre o que deveras deve ter sentido: a dor de perder a possível primeira namorada, o show em casa dela, a responsabilidade de saber-se poeta aos nove...
Muito bom lembrar dos botons e reconhecer no nome da cachorrinha o apelido da cantora da jovem guarda. É também minha memória e, por mais que eu, já mais pra bossa nova, fizesse questão de negar... sabia todas as letras de cor *rs

Bjs
volto pra votar

sr · Rio de Janeiro (RJ) · 3/6/2009 03:50
Ah, Betusko, que infância! Que saudade, hem!

TõeRoberto · João Pessoa (PB) · 3/6/2009 06:47
Realmente... Lindas lembranças! Bons tempos...
Voltarei para o voto.
Abraços
Sandra

Sandra Lamego · Belo Horizonte (MG) · 3/6/2009 11:22
Belas lembranças, que registra o inicio do grande poeta e heroi que deixou de lado um grande amor para acodir sua irma. Parabens pelo belo texto.


victorvapf · Belo Horizonte (MG) · 3/6/2009 14:37
Betusko,
Seu texto "Wandeca e o Poeta" é muito bem escrito, nos faz retornar à infância com sua pureza e costumes superados por os anos modernos e cruéis.
Gostei, e novamente o parabenizo por mais uma vitória no campo das letras.
Abraço,
Paulo.

Paulo Valença · Recife (PE) · 3/6/2009 14:54
Grande Betusko.

Excelente texto. Assim nascem os poetas!

Abraços.

Volto.

Sérgio Araújo · Salinas da Margarida (BA) · 4/6/2009 12:43
Adorei, Betusko. Delicioso o desenrolar do texto.
Ser poeta tem dessas coisa, deixa tudo gostoso de ler.
Bitokitas, sucesso e luz!

Elza Fraga · Rio de Janeiro (RJ) · 4/6/2009 14:34
Boas lembranças...Parabéns

Lourdes Duquesnois · Rio de Janeiro (RJ) · 4/6/2009 22:08
Obrigado, amigos. O texto não se realiza se não houver a outra parte ( leitor) e quando esta outra parte tem grandeza na alma e na pena... Dá gosto escrever.
Abraços!

Betusko · São Paulo (SP) · 4/6/2009 22:29
Votadíssimo!

TõeRoberto · João Pessoa (PB) · 5/6/2009 06:15
Caro Betusko! Recentemente editamos um livro de crônicas com a turma de 1948 que completava 60 anos. Foi pura nostalgia e magia para quem viveu o fim do romantismo. Sua crônica resgata momentos inesquecíveis daquela geração. Recordar é viver!

raphaelreys · Montes Claros (MG) · 5/6/2009 08:37
Betusko, amigo
Uma crõnica magnifica que retrata com maestria os anos dourados. O melhor de tudo é que você demonstra, além da sua alma de poeta, a alma dos bons sentimentos, da cumplicidade amiga, da bondade.

Valeu, parceiro. belo trabalho
Noélio A. de Mello


Noélio A. de Mello · Belém (PA) · 5/6/2009 09:06
Lindo...simplesmente lindo..cheio de figuras..temporal..estive lá...cuidei da cachorrinha..vi vc olhando com toda ternura par tua irmã...que poeta...que menino..que herói....ora..ora....mais que voto..nota dez e o obrigada por me levar a essa doce viagem...

theresa russo · Fortaleza (CE) · 5/6/2009 12:22
Um belo trabalho! Parabéns.

Erode Lino Leite · Campo Grande (MS) · 5/6/2009 12:27
Voltei pro voto!
Bitokitas.

Elza Fraga · Rio de Janeiro (RJ) · 5/6/2009 12:36
Uma crônica merecida com certeza, falando de época onde os acontecimentos do Brasil estavam a flor da pele por um lado uma juventude contestadora buscando seu espaço nas idéias, musica, no teatro, enfim tava criando cidadãos que queria ter seu estilo e pensar diferente dos seus pais e de um pais que estava caminhando para obscurantismo na política foi neste ano que foi criada a famosa e tenebrosa a lei AI5 veio para acabar com alegria da galera, ai a cobra fumou cigarro de palha ( se fumasse charuto principalmente Cubano seria enquadrado na lei de segurança nacional) mais foi a partir daí que os jovens tomará consciência teria que fazer as coisa acontecer mesmo com os milicos pegando pé deste jovens ouve grandes mudanças que reverberaram em nosso jeito de comportar e de pensar, é bom lembrar que a musica, principalmente o Rock-roll e a literatura contestadora foi que mudou nosso jeito de ser hoje
Meu amigo do ccsp Betusko a sua crônica nos faz despertar que não podemos esquecer que a liberdade de pensar e de dizer o que e der na telha precisamos manter se sempre alerta permanentemente.

Está votado e registrado e viva o Rock-roll


osmar bispo · São Paulo (SP) · 5/6/2009 12:44
votado!

Lilian Gonçalves · Juiz de Fora (MG) · 5/6/2009 14:08
Vo l tando!

victorvapf · Belo Horizonte (MG) · 5/6/2009 14:15
Tânia e eu votamos, Betusko. Valeu! Abraços, Pedro.

Pedro Du Bois · Itapema (SC) · 5/6/2009 15:17
Votado. Em 1969 , eu estava montado na minha Monareta, pedalando pelas ruas do Brooklin Paulista em São Paulo,num tempo em que avenidas, arranha céus e bolsa de valores, não possuiam valor nenhum. Bons tempos

Laerte Asnis · São Paulo (SP) · 5/6/2009 15:41
Betusko:
Parabéns!
Em 1969, eu morava em Ibititá - Bahia.
Votado
Abs
Gustavo Dourado
www.gustavodourado.com.br

gustavodourado · Brasília (DF) · 5/6/2009 16:15
Querido Poeta,
Pelos meus cálculos, vc nasceu em 1960. Eu, um pouco antes, em 56. Nessa época, 69, minha cabeça só pensava em ondas, ondas grandes, com paredes lisas, verdes, maravilhosas. Era o Leblom de 69, eu então com 13 anos. Pegava onda desde os cinco. Acordava ainda no escuro e ia pra praia, só. Meu barato era o mar. Estudava no Colégio Estadual André Maurois, pertinho, na gávea. Tempo da Professora Henriette Amado. uma mente décads na frente de todos. Minha vida era quase um paraíso. Alunas lindas, ninfas disfarçadas de alunas, meu cabelo estava comprido, amarelado nas pontas pelo excesso de Sol e Mar, se é que pode haver excesso nisto; não, não pode. Meu sonho era o Haway, Pipeline e seus tubos fantáticos. A melhor época daquela época. Estou sempre na melhor época, não importa qual seja. O verão era o máximo. se não tivesse onda, eu era pescador. Tambem de madrugada. Boites, bailes e namoros eram coisas complicads. Só existia o Mar. Nas férias de julho, passei o chapeu na mão da família e fui em minha primeira viagem para a neve. Descobri que descer montanhas brancas de neve era tão fascinante quanto pegar onda. Anos fantásticos. Tenho-os bem gravados nos arquivos da memória.
Abraços irmão Betusko, de passado tão diferente, mas tanto quanto, inesquecível.
Quem sabe um dia não tomamos um porre juntos?

Alexandre Eduardo Weiss · Rio de Janeiro (RJ) · 5/6/2009 16:22
Obrigado Betusko pelas suas palavras incentivadoras e sobre 69 tinha dois anos eheheheh. Adoro o que escreves, continue sempre assim. É uma pena que estou sem pc neste mês e não posso ler todos os que me leram. Mas pode ter certeza que conto com a vitória de todos. Um grande abraço.

Milton Roza Junior · Rio de Janeiro (RJ) · 5/6/2009 16:45
Caro Betusko, belíssima crônica. Com ela estivemos todos em 1969, com Verinha, Wandeca e um cheiro de água de colônia no ar. Parabéns!

Márcio Ibiapina · Fortaleza (CE) · 5/6/2009 17:47
Eu vivi mas não aproveitei,porque era bem criança,mas lembro bem,do final do anos 60,tinha um irmão que tocava violão e cantava muito as musicas da Jovem Guarda e fazia muito sucesso,época de ouro
Umbeijo


JuliaBrito · Cabo Frio (RJ) · 5/6/2009 17:53
Olá Betusko! Em 1969 eu também já era uma menina, e já vivia todos esses momentos maravilhosos que marcaram a nossa infância e juventude e morava no Rio... Linda crônica! Um abraço!
Votado.

YOYO · Rio de Janeiro (RJ) · 5/6/2009 19:52
Sua crônica é de um intenso lirismo. Velhos tempos, coisas boas.
Um grande abraço.

Haron Gamal · Rio de Janeiro (RJ) · 5/6/2009 19:53
Amigo Betusko, você sempre me surpreende. Eu não estava vivo naquela época, mas fiquei admirado assim mesmo. Parabéns.

Eriol · Campo Grande (MS) · 5/6/2009 20:20
Pois é, além do mais temos um Betusko cronista!
O creme TRIM é do caralho! E você ainda me troca a Verinha, Wandeca e tudo por uma cachorra!
Poesia, poesia, ah!, a poesia!

Sem mais, querido, perfeito.
A propósito, em 1969 eu fazia xixi na fralda.

Abs. do

PARREIRA



Claudio Parreira · São Paulo (SP) · 5/6/2009 21:10
Obrigado a todos os amigos. Agradeci um a um em suas caixas postais. Mas a pergunta continua: Onde você estava em 1969?
Sintam-se abraçados!

Betusko · São Paulo (SP) · 5/6/2009 23:40
Prezado Escritor e Amigo Betusko,

Nos idos de 69 eu era ainda um ser dividido: metade habitava o ventre de minha Mãe, a outra parte um dos testículos de meu Pai.

O seu Texto "Wandeca e o Poeta" permitiu que eu fizesse espécie de viagem para o tempo que não vivi.

Muito Bom!

Grande Abraço! Jorge X

Jorge Xerxes · São José dos Campos (SP) · 6/6/2009 10:10
Grande Betusko. Em 69, no Rio, eu ouvia todos os ruídos do que acontecia pelo mundo sem entender direito o que era. Mais tarde, pela metade da décados dos 70, pegeui uma caroninha no rabo dotrem dos anos 60, mas aí já era tarde. Acho que o mundo precisa de outra década como aquela, né não? Abração! Augusto de Sousa.

augusto de sousa · Rio de Janeiro (RJ) · 6/6/2009 10:39
Que delícia de texto, amigo poeta precoce,rs...Beijos poéticos.

Nina Araújo · Campo Grande (MS) · 6/6/2009 12:02
Achei lindo!
Parabéns

Beatriz Bezerra · Jundiaí (SP) · 6/6/2009 14:31
Parabéns Betusko! Poeta continuas até hoje! Belíssima narração.
Abração!

Brigitte Luiza · Goiânia (GO) · 6/6/2009 17:17
Ah, me esqueci, em 1969 morava aqui mesmo, em Goiânia.

Brigitte Luiza · Goiânia (GO) · 6/6/2009 17:17
Betusko, meu irmão,
Eu li sua crônica.
Pura lembrança de um passado que eu gostaria de ter estado lá. Eu nasci em 1961. Eu ainda estava nos cueiros hoje chamado de fraldas.
No Nordeste e lá no Juazeiro do Norte, onde me criei, eu não me lembro de movimentos outros.
Lindíssimo.
Votado com muita alegria.
Um abraço fraterno.
Arimatéia.
www.arimateia.com

Arimatéia Macêdo · Gurupi (TO) · 6/6/2009 18:29
Mano Velho,
teu texto despertou em mim sentimentos adormecidos e que agora me chegam com ares de saudade. Gostosa saudade dos tempos bons que não voltam mais...

Zacarias Martins · Gurupi (TO) · 6/6/2009 20:03
Hehe... Adorei o texto, Betusko! Mas me diz uma coisa: não teria dado tempo de sair com a Verinha depois?
Votadíssimo, claro!!
Beijos.

Márcia Sanchez Luz · Araras (SP) · 7/6/2009 20:20
E depois, Betusko, vai dizer que não pegou a Verinha? A garota mais linda da vizinhança...pois, você tem que contar o resto em outra crônica. Votado e abs.
A propósito, vai à FLIP?

Robertson Rébula · Rio de Janeiro (RJ) · 7/6/2009 22:16
Grande Betusko,

Em 69 eu ainda estava em outro plano, aguardandoo momento de vir...
Porém gosto muito dos cantores da Jovem Guarda, por causa do meu pai. Adorei seu texto, bela infancia...bela historia...

Abços

Adalberto Caldas Marques · Rio de Janeiro (RJ) · 9/6/2009 11:10
Meu lindo, estou com a net lenta, pra ser sincera em 28 kbps, só consigo ler e votar, quando tento deixar um comentário ou enviar uma mensagem, da erro na página e só entra algumas vezes... Mas eu estou presente e me deliciando com seus escritos!!!
Beijos, poeta...
To aqui torcendo para esse comentário entrar... rs


Vanessa Rodrigues · Cabo Frio (RJ) · 9/6/2009 12:33
Linda crônica!.. Ser herói familiar exige sacrifícios - um programa de TV, uma possível namoradinha, mas valeu a pena! Parabéns!

Isabel Furini · Curitiba (PR) · 19/6/2009 21:49
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